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Civil · Indenização e dano moral

Indenização e dano moral

Ações por dano material e moral em acidentes, erros médicos, nome sujo indevido, ofensas à honra e à imagem, cobranças abusivas.

Nem todo aborrecimento é dano moral — mas, quando é, a lei protege.

A primeira conversa avalia se há fundamento e qual caminho faz sentido.

Situações comuns

Onde a indenização é cabível.

01

Nome sujo indevido (SPC, Serasa)

Inscrição em cadastros de inadimplentes sem dívida real, após pagamento, ou sem notificação prévia. Gera direito a indenização e retirada imediata do nome.

02

Acidentes e lesões

Trânsito, quedas em estabelecimentos, produtos defeituosos, erros em procedimentos. Indenização por dano material (despesas, lucros cessantes) e moral (dor, sofrimento, limitações).

03

Erros médicos e hospitalares

Diagnóstico errado, cirurgia com resultado diverso do esperado, negligência no atendimento. Responsabilidade do profissional ou da instituição, com indenização por dano moral e material.

04

Ofensas à honra e à imagem

Publicações difamatórias, exposição indevida, uso não autorizado de imagem, assédio moral fora do ambiente de trabalho. Ações de indenização e remoção de conteúdo quando necessário.

05

Cobrança abusiva e constrangimento

Cobrança vexatória, ligações excessivas, ameaças, exposição pública de dívida — situações que ultrapassam o direito de cobrar e entram no campo do dano moral.

06

Vizinhança com prejuízo concreto

Quando a interferência do vizinho causa prejuízo real — barulho constante, infiltrações por obra mal feita, invasão de privacidade, danos estruturais.

Saber se o que aconteceu tem respaldo jurídico é o primeiro passo.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre indenização e dano moral.

Toda situação chata gera dano moral?
Não. A jurisprudência exige ofensa concreta a direitos da personalidade — honra, imagem, privacidade, integridade psíquica. Aborrecimento, frustração e contrariedade, por si sós, não geram indenização. A análise do caso concreto define se há fundamento.
Quanto vale uma ação de dano moral?
Depende do tipo de dano, da gravidade, do perfil das partes e da jurisprudência do tribunal. Cada caso tem parâmetros próprios — o escritório apresenta faixas na primeira conversa.
Fui negativado indevidamente. O que faço primeiro?
Reúna comprovantes de pagamento ou da inexistência da dívida. Tente resolver diretamente com quem fez a inscrição. Se não resolver, cabe ação judicial com pedido de liminar (retirada imediata do nome) e indenização.
Posso pedir dano moral e material ao mesmo tempo?
Sim. São pedidos cumuláveis. Dano material cobre prejuízos financeiros concretos (despesas médicas, lucros cessantes, consertos). Dano moral cobre a ofensa não patrimonial. Ambos podem ser pedidos na mesma ação.
E se eu for processado por dano moral sem razão?
A defesa é tão técnica quanto a ação. É possível demonstrar que o fato não ocorreu, que não houve dano, que o valor é desproporcional, ou que a responsabilidade é de terceiro. Defesa bem feita pode levar à improcedência total — e, em casos de má-fé, até a condenação do autor.
Quanto tempo demora?
Ações com acordo ou decisão antecipada: cerca de 6 meses. Ações contestadas: cerca de 3 anos. Em casos com pedido de liminar (como retirada de nome do SPC), a decisão urgente pode sair em dias.
Preciso de provas?
Sim. Provas são essenciais: prints de tela, mensagens, fotos, laudos médicos, boletins de ocorrência, testemunhas. A organização prévia das provas é um dos fatores que mais influencia o resultado.

Nem todo aborrecimento gera indenização.

A análise técnica do caso diz se há base e qual o caminho. Apresente a situação.